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Polícia Civil encontra parte de carga roubada da Samsung no Paraguai.

 

Parte da carga roubada da fábrica da Samsung em Campinas (SP) foi localizada no Paraguai nesta quinta-feira (14). Os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) encontraram alguns itens levados da empresa durante o assalto que ocorreu no dia 7 de julho em buscas realizadas em quatro lojas em Ciudad Del Este. Foram recuperados celulares e eletrônicos.

De acordo com a Polícia Civil, durante as investigações os policiais receberam informações que a carga estaria sendo encaminhada para fora do país. A ação resultou na apreensão de aparelhos celulares, de informática e eletrônicos que foram roubados da Samsung. Nesta quinta-feira foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Um balanço da operação não havia sido divulgado até o fechamento da reportagem.

O dono de uma das lojas foi encaminhado para a delegacia do Paraguai para prestar depoimento. Uma equipe do Jornal da EPTV chegou a comprar um aparelho do comerciante detido por um preço abaixo do mercado. O item foi devolvido para a polícia e a numeração de série mostrava que ele fazia parte dos itens roubados no assalto.

Valor da carga

O prejuízo que a fábrica da multinacional Samsung teve com o mega-assalto foi de R$ 20 milhões, de acordo com a Polícia Civil. Foram levados 34.602 telefones celulares, tablets e notebooks.

No dia 7 de julho, de acordo com a polícia, funcionários da empresa que estavam em uma van foram rendidos em uma estrada no Parque Imperador. Eles foram levados até a fábrica e guiados pela quadrilha, para autorizar a entrada dos criminosos. Ao entrar na Samsung, o grupo rendeu inicialmente os seguranças do setor de distribuição e, em seguida, os vigias da portaria.

Funcionários do setor de distribuição ficaram sob poder da quadrilha. Pelas imagens do sistema de segurança, foi possível identificar um caminhão circulando dentro da fábrica em Campinas. Em outro trecho, era possível ver uma movimentação dentro da empresa, de homens andando pelo local com celulares e rádios.

O G1 entrou em contato com a Samsung, mas até a publicação da reportagem ninguém havia sido encontrado para comentar o caso.

Fonte: G1 Campinas e Região.

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