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Grupo Tributário do SINDICAMP discute impactos da Reforma Tributária e atualizações fiscais para o transporte de cargas

Terceira reunião do ano reforça o papel do grupo na análise técnica de temas tributários que impactam diretamente a gestão das transportadoras

O Grupo Tributário do SINDICAMP realizou sua terceira reunião do ano, dando continuidade ao trabalho de acompanhamento e análise dos principais temas fiscais que impactam o transporte rodoviário de cargas.

Durante o encontro, os participantes discutiram mudanças tributárias recentes, atualizações na legislação fiscal e, especialmente, os desdobramentos da Reforma Tributária, tema que tem mobilizado empresas e especialistas devido às transformações que poderá trazer para o ambiente de negócios no país.

Um dos pontos destacados durante a reunião é como a reforma não afeta apenas a apuração dos tributos, mas também a forma como as empresas estruturam suas estratégias comerciais. “A reforma tributária mexe no todo da empresa, desde a forma como os tributos incidirão até a estratégia comercial e a formulação de preços”, destacou Rogério Abreu, assessor jurídico do SINDICAMP, durante o debate.

No encontro, os integrantes também discutiram a necessidade das empresas de se prepararem com antecedência para compreender os impactos contratuais e operacionais das mudanças previstas. “Ter um grupo dedicado para analisar os diferentes aspectos da reforma é essencial para que as empresas saibam lidar com essas mudanças e evitar riscos e perdas futuras”, comenta o assessor.

O Grupo Tributário atua como um espaço estratégico de discussão, troca de informações e alinhamento entre profissionais das áreas fiscal, contábil, jurídica e financeira das empresas. A proposta é acompanhar continuamente os temas regulatórios e produzir conteúdos que auxiliem as transportadoras na adaptação ao novo cenário.

A expectativa é que os encontros sigam ocorrendo ao longo do ano, ampliando o debate técnico e trazendo especialistas do setor para contribuir com as discussões. “A ideia é gerar materiais e orientações que ajudem as empresas a se prepararem para as mudanças que começarão a ser aplicadas a partir de 2027”, reforçou Rogério Abreu.

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