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Nova mistura do biodiesel requer cuidados com o tanque do veículo.

size 380 biodiesel jpg - Sindicamp

Nesta semana, o Governo Federal anunciou que a partir de 1º de julho o diesel terá em sua composição 6% de biodiesel e, em novembro, vai atingir 7% em sua composição, seguindo o exemplo do que já acontece em outros países. Desde 2010, o combustível vendido no País possui 5% de mistura e o aumento era esperado pelas entidades do setor desde o ano passado. Estima-se que o aumento do consumo de Biodiesel no País pode subir dos cerca de 3 bilhões de litros para os 4,2 bilhões.

Se, por um lado, as usinas ligadas ao setor comemoram, há opiniões contrárias devido à chance de aumento de problemas e dificuldades já vividas com o diesel, como formação de borras nos tanques de combustíveis e motores e entupimento de filtros. A presença do biocombustível, um elemento orgânico, facilita a proliferação microbiana, afetando o desempenho dos motores. Contudo, é possível evitar o problema com medidas simples.

“A partir do momento que é aumentado o ‘alimento’ para as bactérias, com a adição de biodiesel e diminuição do teor de enxofre, que seria o veneno, o cenário é de aumento drástico das bactérias”, explica Gilles Grimberg, diretor da Actioil na América Latina.

Com isso, segundo a companhia, as chances de formação de borra ou de entupimento crescem ainda mais, problema agravado em regiões mais úmidas, favorecendo a disseminação de bactérias e consequente aumento de custos de consumo e manutenção dos motores.

Mesmo com o aumento, segundo o executivo, é possível reduzir o risco de problemas com o uso do Actioil A550. Desenvolvido na Europa, a fórmula do produto consegue conservar as características do diesel por seis meses com uma única aplicação, protegendo motores e tanques, evitando danos ambientais e de consumo. O A550 contém um biocida que elimina definitivamente bactérias, leveduras e fungos, além de antioxidante, anticorrosivo e melhorador de lubricidade, garantindo a eficiência do combustível, melhorando desempenho e reduzindo a geração de fumaça preta.

“O tratamento se mantém eficiente mesmo após os reabastecimentos. Já trabalhamos com 7% de mistura em outros países, como na Europa, e até 10%, índice usado atualmente na Argentina”, explica Grimberg, o que assegura a eficiência mesmo com o B7.
Fonte: O carreteiro.
 

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