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Vendas no varejo recuam 0,4% em abril, mostra IBGE

 

As vendas do comércio varejista brasileiro recuaram 0,4% em abril, em relação ao mês anterior, sem considerar as variações conforme a época do ano (taxa ajustada sazonalmente), divulgou nesta quinta-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nessa mesma base de comparação, a receita nominal do setor cresceu 0,6%.

Sobre abril de 2013, o aumento no volume de vendas foi de 6,7%, no acumulado no ano, de 5,0% e, em 12 meses, de 4,9%.

Entre as atividades do comércio pesquisadas pelo IBGE, a maioria teve queda no volume de vendas, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (-1,0%);  hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,6%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,7%)

As altas partiram de veículos e motos, partes e peças (5,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,3%).

Já na comparação com abril do ano passado, cinco atividades do varejo registram resultados positivos. Considerando o peso no indicador, os que exerceram maior influência foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (16,0%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (5,4%) e móveis e eletrodomésticos (2,4%).

Na outra ponta, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação tiveram queda de 3,9%; livros, jornais, revistas e papelaria recuaram 10,5%; e tecidos, vestuário e calçados, 5,5%.

Por região

Das 27 unidades da federação, 25 registraram avanaços na comparação anual, com destaque para Amapá (13,7%), Alagoas (11,1%), Rondônia (11,0%), Pernambuco (10,0%) e Ceará (10,0%).

Ainda por unidades da federação, os resultados com ajuste sazonal, para o volume de vendas, apontam 12 estados com resultados positivos na comparação com o mês anterior. As maiores variações positivas ocorreram em Roraima (6,1%), Amapá (3,0%), Espírito Santo (2,3%), Rio de Janeiro (1,0%) e Pernambuco (0,7%). Já as maiores quedas foram registradas no Acre (-3,9%), Maranhão (-3,3%), Bahia (-3,0%) e Pará (-1,9%).
Fonte: G1.

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