Notícias

Sindicamp aponta soluções práticas em webinar sobre direito e segurança no trabalho

webinarte - Sindicamp

Na manhã da última quinta (23), aconteceu a segunda edição do Webinar SINDICAMP com o tema “Como a Medicina do Trabalho e o Direito podem te ajudar a trabalhar com mais segurança na Pandemia”. O Webinar foi mediado por Melina Schio, Psicóloga & Coach e Coordenadora de RH do Sindicamp, e apresentado pela Dra. Lisa Helena Arcaro, assessora jurídica do SINDICAMP, e pelo Dr. Marco Aurélio Bussacarini, médico especializado e atuante na medicina do trabalho há mais de 25 anos.

O evento contou com a participação de cinquenta convidados, dentre os quais haviam empresários, advogados, representantes da área de recursos humanos e técnicos de segurança do trabalho, entre outros.

Em sua apresentação, o Dr. Marco Aurélio enfatizou dois aspectos: os procedimentos que as empresas devem adotar caso algum funcionário apresente sintomas do COVID-19 e também, como deve ser a postura do colaborador que apresenta sintomas, ou que tenha alguém em sua família ou próximo à ele e que esteja infectado.

Segundo as orientações do médico, o funcionário que apresentar sintomas de COVID, não deve retornar ao trabalho sem antes procurar atendimento médico para ter um diagnóstico concreto, fazer o exame para o covid e também é necessário permanecer em isolamento 7 dias após o exame.
O médico mencionou também a importância do isolamento de quem estiver contaminado, tendo em vista que os 14 primeiros dias após o contágio da doença,  são os mais arriscados para a transmissão.

Para os caminhoneiros que viajam sozinhos na cabine, não é necessário o uso de máscaras, mas deve se manter os vidros abertos para a circulação do ar, além de ser recomendado o uso de papel toalha para fechar a torneira, apagar a luz e fechar a porta. O álcool em gel também é um item indispensável para os motoristas. Além de andar com eles, eles devem usar para higiene do próprio veículo.

O especialista também destacou que o transporte público é o segundo maior local de contágio, e uma das soluções que as empresas poderiam buscar seria a redução da jornada, alternância de pessoas, fretado/uber para os empregados, gasolina e a alternância de horários, além do apoio a formalização do home office.

Por fim, segundo Dra. Lisa e Dr. Marco, enquanto não surgir uma vacina efetiva, os cuidados devem ser estendidos por no mínimo, três anos.

Compartilhe:

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email