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Operação Relíquia, rastreará produtos perigosos deve se tornar modelo para portos do Brasil

nitrato de am nio - Sindicamp

A Operação Relíquia, que fará um mapeamento das áreas onde há a manipulação de produtos perigosos no Polo Industrial de Cubatão e no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, servirá como referência para ser aplicada em outros complexos portuários do país. As atividades devem ser realizadas em setembro e outubro. A ação será coordenada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e foi criada após a explosão no Porto de Beirute, no Líbano, que possivelmente foi causada por nitrato de amônio.

A Operação Relíqua é realizada todo ano pelo Ibama com o objetivo de localizar e vistoriar cargas importadas que foram abandonadas ou retidas, e que podem ocasionar riscos ao ambiente e à saúde das pessoas. Porém, a explosão no Porto de Beirute chamou a atenção do órgão ambiental, que decidiu destinar os esforços à fiscalização do nitrato de amônio e de produtos perigosos. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), chegam ao complexo portuário até 30 mil toneladas de nitrato de amônio em cada navio.

A Operação Relíqua contemplará uma vistoria completa em 55 terminais portuários e três empresas em Cubatão. A primeira reunião foi direcionada aos órgãos federais. Um novo encontro aconteceu nesta segunda-feira (31) e foi voltado a representantes de órgãos municipais, como secretarias de Meio Ambiente de Santos, Guarujá e Cubatão. Também estiveram presentes membros do Exército, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Cetesb, Santos Port Authority (SPA) e do Ibama.

 

Fonte: Jornal Portuário

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