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Motoristas reclamam de insegurança nas rodovias da região de Campinas

 

Apesar da estatística da polícia apresentar queda no número de assaltos nas rodovias da Região Metropolitana de Campinas (SP), os motoristas reclamam da falta de segurança e afirmam que os roubos têm se tornado cada vez mais frequentes. Foram 44 casos neste ano contra 79 em 2014, o que representa uma redução de 44,3%.

O técnico de informática Victor Barros conta que fica inseguro ao trafegar pelas estradas da região. “É bastante complicado, porque a gente nunca tem sossego”, destaca. Mesma opinião tem o operador de bomba Márcio da Silva. Ele diz que sempre fica muito atento. “Sempre tô olhando para os lados, vendo se não tem gente na pista”, explica.

O analista de sistemas José Antônio Lisani também têm medo de ser assaltado. “Os caras colocam coisas no chão, nas pistas, nas passarelas, então, realmente eu tenho medo”, destaca.

Coco no vidro

O industriário Valdeci Carniel conta que sofreu uma tentativa de roubo na rodovia Luis de Queiroz, em Americana (SP), quando viajava com a família no mês de março. Segundo ele, assim que passou embaixo de uma passarela de pedestres, um coco foi jogado e quebrou o vidro do carro. Mesmo com o susto, ele conta que não parou, imaginando que pudesse ser um assalto.

“Eu não parei, pensei que fosse um roubo. Aí eu toquei até a Polícia Rodoviária e passei as características e foram lá e pegaram os indivíduos e levaram até o posto policial”, lembra.

Intensificar a fiscalização

Segundo o tenente da Polícia Rodoviária Thomaz Bravo, apesar da redução, casos como o de Carniel ainda são registrados nas rodovias da região. “Nós reduzimos o número, mas ainda temos casos, por isso temos intensificado a fiscalização”, afirma.

Ainda segundo a polícia, as pessoas devem evitar parar nas margens das rodovias, já nestes locais os criminosos podem fazer os assaltos e fugir rapidamente devido a proximade com as estradas.

“A melhor orientação é que se pare nas bases da polícia e da concessionária ou postos de combustíveis às margens de estradas e que tenham uma estrutura para atendimento”, orienta o tenente.

Fonte: G1 Campinas e Região
 

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