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Ministério dos Transportes preocupa-se com escoamento da safra 2014.

O secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Miguel Masella, reforçou a preocupação do governo com o escoamento da safra de 2014. Após apresentar os planos de investimento de R$ 2,6 bilhões nos acessos aos portos incluídos no Programa de Investimento em Logística nesta terça-feira, 22, o secretário lembrou que os projetos previstos somente resolverão os problemas de acesso no médio e longo prazo.
´Temos também uma preocupação com a safra do ano que vem, que deve ser uma super safra, e até lá não dá tempo de fazer muita coisa, só a gestão da fila´, disse. Ele lembrou que um grupo de trabalho com a participação do Ministério dos Transportes, Secretaria especial dos Portos e as Companhias Docas vem trabalhando para minimizar os potenciais problemas.
Somente no médio e longo prazo, os investimentos de R$ 2,6 bilhões em acessos nos 19 principais portos do País serão realizados. Desse total, R$ 1,4 bilhão serão aplicados em acessos rodoviários, R$ 410 milhões em ferrovias, R$ 24,25 milhões em hidrovias e R$ 751 milhões em pátios de caminhões, também chamados de centro de apoio logístico.
De acordo com Masella, algumas das obras já estão em andamento, mas a maior parte ainda está em fase de estudos. ´A maioria ainda não tinha projeto pronto´, comentou, após participar em apresentação durante o IV Fórum Nacional de Secretários da Indústria Naval,Portuária e Correlatas (III Fonseinp).
Durante apresentação aos secretários, ele destacou a liberação, decretada há duas semanas, para que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) possa investir em rodovias estaduais com recursos federais, desde que sejam investimentos de acesso ao portos. Entre os portos que serão beneficiados com a medida está o porto de Fortaleza. Além dele, também estão previstas obras em Santarém; Imbituba; Vila do Conde; Itaqui, Pecém, Suape, Aratu, Salvador, Vitória, Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul, Itajaí, Imbituba e Rio Grande.
Masella salientou que os recursos aplicados nos acessos não serão todos federais, mas envolverá orçamentos estaduais e capital privado, já que alguns dos projetos devem ser concedidos à iniciativa privada.
Fonte: Agência Estado.

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