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Greve de caminhoneiros provoca reflexos em vários setores nas regiões de Campinas e Piracicaba; siga

Motoristas não devem se confundir ao verem fila nos postos. Nem todos que têm fila receberam combustível. Em Valinhos, o posto na entrada da cidade pelo Anel Viário tem uma grande fila que chega a Campinas, mas o posto informa que não recebeu combustível ainda.

Alguns caminhões-tanque e de gás de cozinha saem da Replan, em Paulínia, abastecidos e sem escolta nesta quarta-feira.

Ceasa de Campinas começa a retomar o abastecimento e o cenário já é bem diferente do registrado nos últimos dias. Opera com 40% do abastecimento nesta quarta, e nesta terça operava apenas com 5% da capacidade total.

Os preços, no entanto, continuam bem altos. A caixa de 20kg de tomate foi de R$ 60 para R$ 120. A cenoura custava R$ 25 o volume de 20kg, e nesta quarta custa R$ 150. A batata continua chamando a atenção pelo preço, R$ 400 uma saca de 50kg.

O patrulhamento dos militares do Exército para garantir o tráfego livre de carretas e também evitar novos pontos de bloqueio está sendo feito nas rodovias: Professor Zeferino Vaz, Dom Pedro I, Fernão Dias (até a divisa com Minas Gerais), Anhanguera até a cidade de Orlândia (região de Ribeirão Preto), e Washington Luiz e Marechal Rondon.

Militares de quartéis próximos a esses locais estão cuidando dos patrulhamentos. A 11ª Brigada de Infantaria Leve de Campinas tem unidades também em Lins, Pirassununga, Itu, Pindamonhangaba e São Vicente.

Nesta quarta, militares do Exército de Campinas e de outras unidades pertencentes à 11ª Brigada de Infanataria Leve estão na região atuando nas missões de escolta e patrulhamento de vias para garantir o tráfego de carretas.

Dez carretas de combustível para Viracopos escoltadas pelo Exército acabaram de sair da Replan rumo ao aeroporto de Campinas.

Postos de combustíveis na entrada de Valinhos pelo Anel Viário e na Avenida dos Esportes receberam carretas e estão abastecendo. As filas são longas. A maioria dos postos, no entanto, segue fechada na cidade.

O Sindipetro informa que a greve de 72 horas que os petroleiros iniciam nesta quarta não traz riscos de desabastecimento ao país. Eles exigem redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis, através de mudanças imediatas na política de reajuste de derivados da Petrobras.

Fonte: G1.

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