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Fluxo de caminhões para Santos (SP) volta a crescer gradativamente

 

A Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) ainda avalia os impactos provocados pelo incêndio na empresa Ultracargo às operações do Porto de Santos. O fogo começou no dia 2 de abril e levou oito dias para ser completamente apagado. Apesar de os tanques consumidos pelas chamas estarem fora do sítio portuário, os trabalhos afetaram as operações portuárias. A chegada de caminhões aos terminais ficou bloqueada por mais de uma semana, em razão da interrupção do tráfego no viaduto da Alemoa, um dos principais acessos ao cais.

O tráfego foi liberado na tarde de sábado (11). Durante o final de semana, a circulação foi considerada abaixo da capacidade do Porto. O setor de granéis, por exemplo, registrou 50% e o de contêineres 10% do atendimento regular. Isso porque o agendamento da chegada de cargas também foi normalizado nesse dia.

De acordo com a Companhia, três das cinco faixas do viaduto da Alemoa estão liberadas. Com isso, a saída dos veículos de carga do Porto continuará ocorrendo pela Rua Cristiano Otoni (Valongo), exigindo apoio da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), para interrupções das 5h às 8h e das 17h às 18h, a fim de não comprometer a fluidez urbana. A passagem ficou completamente bloqueada enquanto durou o trabalho dos bombeiros.

Há previsão de aumento do fluxo a partir desta quarta-feira (15). Para evitar transtornos, os órgãos envolvidos permanecem monitorando 24 horas as operações e o desempenho dos terminais, e promovem esquemas operacionais conforme a demanda.

Fonte: Agência CNT de Notícias
 

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